Biosfera

A porta entreabre-se com o vento. O tempo passa lentamente. Entre esperança e medo. Entre descrença e credo. Fica-se em casa. O homem ofende a biodiversidade. Nos mares bosques rios florestas. O colapso se anuncia em pandemia. A inteligência artificial é conclamada de forma incessante e intensa. Como ferramenta da economia da arte da cultura. A Terra se defende sem pedir licença. É a nova normalidade. Anômala. Nada nunca será como antes.

Tere Tavares, Cascavel (PR)